14 de janeiro de 2015

La petite mort

Quem veio cá parar através do título vai ficar muito desiludido.
Quem não percebeu o que acabei de escrever, é melhor ir ao google.

Nos últimos posts tenho referido que morro muito e muitas vezes e tenho sido gozada bastante à conta das minhas mortes. Então vou explicar  o que quero dizer com "morri".

Eu fumo uma média de 15 cigarros por dia há mais anos do que quero lembrar. Não adianta nada dizerem que tenho que deixar, que isso me faz mal, e come antes uma peça de fruta, Carlos Jorge, que eu já sei isso tudo. Adiante.

Ora então que o tabaco e o facto de a última vez que pratiquei exercício de forma regular ainda o slogan da Rádio Comercial era "a melhor música de 1990 em diante" deixaram-me com uma resistência física miserável. Tão má que o Tó chegou a perguntar se eu sofria de asma.

Primeiro deixo de conseguir respirar, depois pareço o Darth Vader depois de dizimar meia galáxia, o coração sai-me do peito face ao esforço extra (que era mesmo mesmo o que ele precisava) e por fim, fico tonta.

Mas a verdade é que, com 3 treinos apenas, já morro mais tarde e cada vez aguento mais.
Um dia vou chegar ao final do treino e só desmaio em casa.

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